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It was a really big family, to be quite honest with you. And every time another child was born they had to face the same old problem, as if it wasn’t easier for them just to quit reproduction. Same thing applied to the child they got to raise, helping the city to grow. It came to a point in which they were already twenty-seven sisters and thirty-one brothers living in a big farm.
Mom and Pa spent their daily dinner thinking about the same thing. Almost wondering.
What would happen when all the names on Earth ended?
When they did, though, they found a way out. Now they named and numbered kids. I happened to be number thirty-two, Abraham. I feel good about it. Makes me feel special. There’s no other thirty-two in the family.
Crap
N/A: Um tipo de fic-diálogo, sem narração. Eu acho que ficou MUITO confuso, mas eu queria postar de qualquer forma. Pra facilitar eu coloquei as falas de um em itálico, porque ficou realmente muito abstrato. Lá vai x)
- Lixo.
- O que diabos há com você?! Por que você rasgou?! Era minha história e eu nem ao menos havia a datilografado!
- É lixo; Não quero que ninguém mais seja obrigado a ler essa merda.
- Você só pode estar brincando..
- É uma história bonita, sem dúvidas. E, contudo, foi escrita como se não valesse nada.
- Eu trabalhei nisso!
- Eu não sou seu professor, não precisa fingir para mim.
- Vá à merda, então. Está dizendo que suas histórias são bem melhores?
- Não as histórias. Mas, sem dúvidas, eu escrevo muito melhor do que você.
- Oras!
- Eu estou falando sério. Olhe as suas palavras.. Deus! Puro lixo.
- Você pode parar de me criticar tão sem fundamentos e educação?
- Eu cuido da educação. Há fundamentos, entretanto. Você é muito simplório na escrita.
- E do que me adianta escrever uma história que ninguém vai entender, uh?
- Ao menos você escreve uma história e não simplesmente a conta.
- Está me dizendo que há diferença nisso? Você está definitivamente drogado.
- Claro que estou.
- Então..
- Então nada. Apenas reflita sobre isso. Você quer que as pessoas entendam ou que elas gostem?
- E é possível gostar de alguma coisa sem ao menos entendê-la?
- Você gosta de mim.
- Eu entendo você.
- Então, você gosta de mim?
- Achei que isso havia ficado implícito.
- Ah..
- …
- Certo. Mas você não me entende.
- Claro que entendo.
- Não, nem um pouco. Ao menos sabe por que eu estou dizendo que você é péssimo com a escrita?
- Para diminuir o meu ego e confiança em mim mesmo?
- Não.
- Claro que é. Você queria que eu me sentisse vulnerável, afinal, você gosta de mim, só não havia percebido que eu gosto de você.
- Se eu gostasse de você, iría querer vê-lo com uma auto-estima deplorada?
- Isso seria bem você.
- Você nem ao menos me conhece para me entender, o que nos leva ao ponto inicial. Você quer que eles gostem ou que eles entendam?
- Está mesmo um lixo?
- O que você quer que eu diga?
- Foi para você.
- …
- …
- Lixo.
- Então, você entendeu.
- É. Entendi.
- Então, você sabia que era retribuído?
- Sim.
- Então, qual é o sentido dessa conversa?
- Isso foi no mínimo lindo.
- O que?
- Essa conversa.
- Ah.
- Eu vou escrever.
- Como se alguém fosse nos entender.
- Você não esteve me ouvindo, esteve? Eles vão gostar.